quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Fogo - o Perigo das queimadas

As queimadas são praticas comuns nos meses de maio e dezembro, são comuns as notícias de queimadas no interior do Brasil. Feitas tanto por pequenos agricultores como por grileiros, esse método de “limpeza” da área de plantio é uma técnica considerada arcaica e prejudicial tanto para o ecossistema quanto para a própria produção agrícola. Os nutrientes se vão a partir da queima do solo, prejudicando toda uma lavoura. O agricultor que opta pela queimada para sua plantação acaba tendo um benefício imediato, mas com um conseqüente prejuízo a médio e longo prazo. Após a queimada, o produtor tem um ano ou dois anos de boa produtividade, já que o processo acaba concentrando alguns nutrientes importantes para a plantação como o fósforo. Mas nos anos seguintes fica constatada uma perda excessiva dos nutrientes.

As queimadas no Brasil cresceram muito nos últimos anos. Mas a preocupação com esse assunto já é antiga. Ainda em 1820, José Bonifácio de Andrada e Silva disse que as queimadas são um ato de “ignorância, associada à preguiça e má fé”. Um exemplo dessa escalada é que em 2001 foram registrados 145 mil focos de calor pelos satélites do Inpe contra 359 mil em 2002, ou seja, mais que o dobro. Uma média simples de 2000 a 2007 mostra 588 mil focos de calor por ano, com recordes absurdos como os de 2004, quando o Inpe registrou 1,2 milhão. As razões para tal crescimento é ampliação da fronteira agrícola e também, no caso de 2004, o clima seco. Em 2006, houve uma queda quando foram 520 mil focos, as explicações foram menor investimento do agronegócio, mais chuvas e a fiscalização intensa. (Ver mais detalhe no site: http://ambiente.hsw.uol.com.br/queimadas3.htm)




Poluição do Ar


O desenvolvimento industrial e urbano tem originado em todo o mundo um aumento crescente da emissão de poluentes atmosféricos. O acréscimo das concentrações atmosféricas destas substâncias, a sua deposição no solo, nos vegetais e nos materiais é responsável por danos na saúde, redução da produção agrícola, danos nas florestas, degradação de construções e obras de arte e de uma forma geral origina desequilíbrios nos ecossistemas. A poluição gerada nas cidades de hoje são resultado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis como, por exemplo, carvão mineral e derivado do petróleo (gasolina e diesel). A queima destes produtos tem lançado uma grande quantidade de monóxido de carbono e dióxido de carbono (gás carbônico) na atmosfera. Estes dois combustíveis são responsáveis pela geração de energia que alimenta os setores industrial, elétrico e de transportes de grande parte das economias do mundo. Por isso, deixá-los de lado atualmente é extremamente difícil. O clima também é afetado pela poluição do ar.

O fenômeno do efeito estufa está aumentando a temperatura em nosso planeta. Ele ocorre da seguinte forma: os gases poluentes formam uma camada de poluição na atmosfera, bloqueando a dissipação do calor. Desta forma, o calor fica concentrado na atmosfera, provocando mudanças climáticas. Futuramente, pesquisadores afirmam que poderemos ter a elevação do nível de água dos oceanos, provocando o alagamento de ilhas e cidades litorâneas. Muitas espécies animais poderão ser extintas e tufões e maremotos poderão ocorrer com mais freqüência. Apesar das notícias negativas, o homem tem procurado soluções para estes problemas. A tecnologia tem avançado no sentido de gerar máquinas e combustíveis menos poluentes ou que não gerem poluição. Muitos automóveis já estão utilizando gás natural como combustível. No Brasil, por exemplo, temos milhões de carros movidos a álcool, combustível não fóssil, que poluí pouco. Testes com hidrogênio têm mostrado que num futuro bem próximo, os carros poderão andar com um tipo de combustível que lança, na atmosfera, apenas vapor de água.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

A Humanidade esta em perigo

Mais atenção aos problemas ambientais:

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Maravilhas da Terra


Nosso planeta é de encher os olhos!!!


Click no Song Info e veja os Slides que montei. Também deixe um comentário!!!

Terra: "que planeta é esse"


Da terra tiramos todo o nosso sustento. Temos água, plantas e animais. Tudo em harmonia, o único detalhe é que depende do bom senso do “Ser Humano” para que tudo permaneça assim. Estamos no patamar mais alto da cadeia alimentar, isso nos coloca como superiores e decisivos na preservação das espécies naturais da terra.
Infelizmente não estamos dando total importância à nossos conterrâneos, depredamos qualquer ser habitável em prol de nossos interesses, comprometemos até nossas vidas, quando também dependemos do equilíbrio geral da natureza. Isso nos colocar totalmente vulnerável a mudança da terra, uma vez que tudo que foi criado através de envolvimento circular, assim como o formato do planeta, sem meio ou fim.
Não foi em vão à criação de um inseto, por menor que eles sejam, estão aqui cumprindo um papel como ser vivo. Nós todos temos um papel a representar, depende qual queremos cumprir. Os animais por mais que sejam “irracionais”, cumprem de forma equilibrada sua passagem pela terra, diferente do humano “racional” que variação de comportamento.

A depredação da biodiversidade, o desmatamento, são aspectos sérios para serem discutidos. Por mais que pareçam distante, assuntos que falam da Amazônia, o fato da região não manter as florestas de pé, temos obrigatoriamente que nos manifestarmos. São fatos que afetam a nós e nossas futuras gerações. Imaginem hoje, países que brigam por petróleo, só para suprir prazeres (porque carro não é sobrevivência), agora pensam quando há necessidade de vida, porque as florestas, animais e água é vida. Sentiram o problema? Então, comecem a praticar o bom senso!


sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Água: bem tão preciosa quando um diamante.


Para mensurar a essencialidade da água em nossas vidas, basta se imaginar perdido em um deserto. Neste caso, a água é tão importante que este indivíduo deixa qualquer riqueza que possua e passa a querer a água antes de qualquer outra coisa.

Nosso corpo é formado por 70% de água, curiosamente essa quantia também se dá na formação do planeta terra.

A poluição da água indica que um ou mais de seus usos foram prejudicados, podendo atingir o homem de forma direta, pois ela é usada por este para ser bebida, lavar-se, lavar roupas e utensílios e, principalmente, para sua alimentação e dos animais domésticos. Não sem razão, a irrigação e a captação de águas subterrâneas se generalizam, tanto para fins agrícolas como de abastecimento urbano-industrial, com o uso crescente em todo o mundo, sobretudo nos últimos, o problema da água literalmente se aprofunda.

Os resíduos gerados pelas indústrias, cidades e atividades agrícolas podem ser sólidos ou líquidos, tendo um potencial de poluição muito grande. Os resíduos gerados pelas cidades, como lixo, entulhos e produtos tóxicos são carreados para os rios com a ajuda das chuvas. Os resíduos líquidos podem carregar poluentes orgânicos (que são mais fáceis de ser controlados do que os inorgânicos, quando em pequena quantidade). As indústrias produzem grande quantidade de resíduos em seus processos, sendo uma parte retida pelas instalações de tratamento da própria indústria, que retêm tanto resíduos sólidos quanto líquidos, e a outra parte despejada no ambiente. Mas nem sempre as indústrias cumprem o papel legal de tratar seus resíduos, há caso de despejo desse resíduo, em horários ou em pontos do rio, que impossibilitam a fiscalização do órgão responsável.

Todos os anos 1,5 milhões de pessoas morrem por falta de água, 90% das quais crianças com menos de 5 anos de idade. Todos os anos 10 milhões de pessoas morrem, metade com menos de 18 anos, com doenças que não existiriam se a água fosse ministrada. Prevê-se que muito em breve, a falta de água seja motivo de inúmeros conflitos e guerras entre nações.

Há várias medidas para economizar água, sendo elas: tomar duchas rápidas ao invés de banhos demorados ou de imersão. Manter a torneira fechada enquanto se lava o corpo, o cabelo, a louça ou escovar os dentes. Não poluir os rios, protegendo assim este recurso essencial à vida.