quarta-feira, 20 de maio de 2009

Destinação das Lâmpadas Fluorescentes


O que você faz com as Lâmpadas Fluorescentes queimadas?
No Brasil já existem empresas especializadas em descontaminar lâmpadas e eu represento uma delas.

Um mundo mais saudável e menos poluído é um dos maiores desafios da sociedade contemporânea, e um dos princípios que norteiam as atividades da Naturalis Brasil, empresa especializada na descontaminação de lâmpadas fluorescentes.
Somente uma correta política ambiental, apoiada em projetos sérios pode poupar a população desta ameaça. Alguns países da Europa, os Estados Unidos e o Japão já adotam precauções neste sentido junto a seus governos. No Brasil, leis ainda estão em andamento, porém muitas empresas, organizações e órgãos públicos já vêm escolhendo o descarte ecologicamente correto como procedimento industrial comum em sua política de meio ambiente. Com isso, cerca de 10 milhões de lâmpadas fluorescentes são descontaminadas anualmente e têm seu resíduo levado para reciclagem.

Leonice Costa Dias
Gestora Ambiental
Celular: (19) 9731-6824

NATURALIS BRASIL DESENVOLVIMENTO DE NEGÓCIOS
Site: www.naturalisbrasil.com.br
Fone: (11) 4496-6323

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Quadro no Fantástico


Quem assistiu o Fantástico deste domingo (03/05), viu o quadro que mostra uma família comum em sua rotina doméstica. Observou-se como a família brasileira desperdiça onde deveria ter consciência de contenção e de reaproveitamento.


O programa está de parabéns em mostrar um modelo familiar que representar muitos lares no país, pois, estamos passando por uma fase de crise mundial e fica claro (numa visão geral) que muitas famílias não estão praticando métodos que contribui na economia doméstica. Muito menos em conter os gastos rotineiros pensando na recuperação do Meio Ambiente.

O modelo mostra a imprudência dos gastos domésticos e analisa um comportamento relativamente desperdiçador, no qual de primeiro impacto, não há indício de uma família endinheirada. Isso serve como alerta. Note-se que há muito desperdício domiciliar e não importa a classe social.

A família modelo do programa, não está sozinha. Infelizmente! Há um grande número de pessoas que não reciclam seus resíduos, o que deveria ser comum entre todos, porque existem incentivos e avisos vindo de vários veículos de comunicação, principalmente de revistas, jornais e televisão. No entanto, é perplexo ver que são poucas as pessoas que têm o habito de selecionar seus resíduos para a coleta da reciclagem.

Já no caso da água, é outro item que precisa imediatamente parar com o desperdício. Se o homem não se educar e não mudar os seus hábitos, teremos escassez de água tão logo do que deveria acontecer.

Fica aqui um conselho: selecionar os resíduos domésticos (lixo), é o básico nos dias de hoje. Isso é só uma ponta do Iceberg perto do que deveríamos contribuir para um mundo sustentável.


segunda-feira, 13 de abril de 2009

“Bambu” - Uma alternativa para a substituição da madeira tradicional


Na minha ida a universidade estadual de campinas (Unicamp), conheci a pesquisa sobre o Bambu. Nele há a possibilidade de uso na fabricação de móveis, pisos, ornamentos e construção de casas.
Quem esta a frente das pesquisas é o professor Vicente Guillermo Noriega Moreno, nascido em Quito, vive no Brasil desde o começo dos anos 60. Hoje, aos 73 anos, o pesquisador vinculado à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp se dedica a difundir um conceito de moradia muito comum nos países orientais e andinos, mas completamente ignorado no Brasil. A seu ver, a arquitetura brasileira carrega o ônus histórico da colonização européia, e adota metodologias apropriadas a países frios. Se recorresse ao bambu abundante, fala, o País gastaria pouco e garantiria casa para a população inteira. "O custo de uma obra cai pela metade”, diz.
Há centenas de espécies de bambu. Mas uma delas — a guadua, nativa dos Andes, é a mais apropriada para a construção. Na Colômbia e no próprio Equador, diz, ela é usada como matéria-prima de casas, pontes, passarelas e galpões. Além de imóveis confortáveis, termicamente protegidos, o bambu serve para recuperar terrenos degradados. O guadua trançado tem a capacidade de conter taludes. As raízes poderosas são eficientes no reflorestamento ciliar e na recuperação de áreas erodidas.
No Brasil, a maior concentração do guadua está no Acre. A proximidade com o solo vulcânico dos Andes faz com 38% do território do Estado esteja coberto com a espécie. Apesar da fartura, no entanto, o bambu é desprezado. Por aqui, o uso da planta se limita basicamente à fabricação de instrumentos musicais e cestaria. "É mais que tempo de nossos governantes e pesquisadores voltarem a atenção às tribos indígenas, que há séculos exploram a potencialidade do guadua" , fala.
Em Campinas, a espécie é cultivada pelo Instituto Agronômico (IAC). Ali mesmo, ao lado do Quarentenário da Fazenda Santa Elisa, o professor comanda a construção de um quiosque com o bambu guadua, coberto de sapé. Será um ponto de encontro de estudantes que visitarem o IAC. Um dos construtores especializados na arte do bambu, Leandro da Costa Pereira, aprendeu os macetes com Noriega. Ontem, ele usava o material para montar a hélice do cata-vento imenso, na frente do departamento.
Mas o guadua também vai ser atração do Parque Linear do Ribeirão das Pedras, projetado para existir ao redor do Shopping Parque D. Pedro, no Jardim Santa Genebra. No local, será erguida a sede do Instituto Latino-Americano de Artes e Ofícios Ambientais (ILAOA), fundado pelo próprio Noriega em 2003, e que reúne arquitetos e ambientalistas. O projeto, no papel, espera dinheiro para ser executado. Apesar do reconhecimento internacional, no entanto, o professor admite que a alternativa enfrenta oposição no Brasil. Os governantes e a própria indústria, explica, são resistentes à difusão da metodologia simples, barata e renovável de construção.
Para conseguir patrocínio e viajar ao Equador, ele já agendou encontros com secretários municipais de Cooperação Internacional e Meio Ambiente.


Dados sobre o Professor Vicente, coletados no Jornal Correio Popular (12/04/2009)

sábado, 28 de março de 2009

Hora do Paneta


Hoje às 8:30 horas alguns países irão apagar as luzes em prol do planeta, um ato simbólico para sensibilizar sobre os problemas ambientais do mundo, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global. Esse ato terá a duração de 1 hora.
Participe, deslique tudo neste horário.
Para não ser tão desagradável, você pode participar diminuindo seu consumo neste horário desligando todos os aparelhos excedentes, e deixando apenas um ligado. Reúna toda a família para uma programação conjunta. Exemplo: todos da casa podem assistir o mesmo programa usando apenas um televisor ligado. Claro que todas as luzes da casa devem ser delegadas.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Dia Internacional da Água (22/03)


Ontem comemorou o Dia Internacional da Água, motivo de reflexão para a humanidade, já que mesmo falando da possibilidade de faltar água em um futuro próximo, ainda acontece muito desperdício em vários cantos do mundo.
O consumo diário médio de água por pessoa nos grandes centros urbanos brasileiros oscila entre 250 a 400 litros. O volume é mais que o dobro do considerado ideal pela Organização das Nações Unidas (ONU) fixado em 110 litros/dia.
Só cinco países no mundo apresentam um nível de consumo de água per capita previsto pela ONU: Alemanha, Bélgica, República Tcheca, Hungria e Portugal. Os resultados alcançados por esses países são fruto da conjugação de tecnologia com informação, educação ambiental e re-educação da população adulta.

Solução para o desperdício

Um caminho a ser seguido pelo Brasil para reverter o alto nível de desperdício de água no país, poderia começar pelas crianças. Seria indicada a necessidade de que a disciplina de educação ambiental passe a fazer parte da grade curricular das escolas de ensino fundamental. Outra forma de reduzir o desperdício há uma série de dicas, como os banhos mais curtos, uma vez que o chuveiro responde por 46% do consumo de água dentro de uma casa, também ao fazer a limpeza de utensílios de cozinha, deve-se usar pouca água e muito sabão e bucha, lembrando que as torneiras e misturadores respondem por 14% do consumo domiciliar. Outra dica é escovar os dentes com a torneira fechada.

domingo, 8 de março de 2009

Homenagem ao Dia da Mulher


Mulheres

Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.
Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam "não" como resposta quando acreditam que existe melhor solução.
Elas andam sem novos sapatos para suas crianças poder tê-los.
Elas vão ao medico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.
Elas choram quando suas crianças adoecem e se alegram quando suas crianças ganham prêmios.
Elas ficam contentes quando ouvem sobre um aniversario ou um novo casamento.
Pablo Neruda
Origem da data
O dia 8 de Março é, desde 1975, comemorado pelas Nações Unidas como Dia Internacional da Mulher.
Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias, que recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.
Em 1903, profissionais liberais norte-americanas criaram a Women's Trade Union League. Esta associação tinha como principal objetivo ajudar todas as trabalhadoras a exigirem melhores condições de trabalho.
Em 1908, mais de 14 mil mulheres marcharam nas ruas de Nova Iorque: reivindicaram o mesmo que as operárias no ano de 1857, bem como o direito de voto. Caminhavam com o slogan "Pão e Rosas", em que o pão simbolizava a estabilidade econômica e as rosas uma melhor qualidade de vida.
Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher".

terça-feira, 3 de março de 2009

Mudança climática muda o habitat de muitas pessoas


O provável desaparecimento de pequenas ilhas do Pacífico e as Ilhas Maldivas, no Oceano Índico, por causa do aumento do nível do mar e a desertificação de regiões semi-áridas podem deixar milhares de pessoas sem pátria.
O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) estuda estratégias de proteção aos chamados “refugiados do clima”, que deixam seus locais de origem por causa do impacto das mudanças climáticas, como elevação do nível dos mares e aumento da intensidade das secas. De acordo com números da ONU, as mudanças climáticas devem forçar o deslocamento de cerca de 50 milhões de pessoas na próxima década. A maior parte dos refugiados de catástrofes ambientais migra dentro dos países, segundo o Acnur. O representante do Acnur cita a Amazônia como um dos possíveis cenários de refugiados ambientais, pela possibilidade de eventos climáticos que provoquem desertificação, desaparecimento de espécies e perda de diversidade biológica.